Presos por extorsão de comerciantes têm elo com faccionados do RJ, diz Gaeco

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Alvos de operação que investiga extorsão de comerciantes de água mineral por faccionados do Comando Vermelho têm vínculos com faccionados do Rio de Janeiro, aponta investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). O delegado do Gaeco, Hércules Batista, afirma que parte dos recursos captados eram enviada para esses criminosos.

Assessoria

A Operação Acqua Ilícita foi deflagrada nesta quinta-feira (20) e 12 mandados de prisão foram cumpridos em Cuiabá, Várzea Grande, Nobres e Sinop. Os criminosos montavam galpões clandestinos para armazenar galões e cobravam uma taxa de R$ 1 por cada venda que o comerciante fazia – além da cobrança da venda do galão.

Segundo a investigação, o esquema era muito semelhante às extorsões na venda de gás e de internet no Rio de Janeiro. “É bem similar, inclusive a gente detectou o vínculo de alvos da nossa investigação com pessoas do Rio de Janeiro, sem profissão definida e com uma movimentação de mais de R$ 15 milhões”, explica.

De acordo com o delegado, foram encontradas transferências para essas pessoas do Rio de Janeiro. Os relatórios de inteligência financeira demonstraram movimentações bastante expressivas.

“Algumas lideranças daqui [Mato Grosso], após ir para o regime semi-aberto, rompe a tornozeleira e vão para o Rio de Janeiro. Muitas favelas estão servindo de abrigo para essas lideranças do Comando Vermelho de outros estados. Por isso, às vezes, tem dinheiro transferido para essa região”, esclareceu.

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Link da Matéria – via RD News

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