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Sem o ‘cacife’ do ex-deputado federal Carlos Bezerra para comandar o MDB mesmo sem mandato, há um movimento no partido para tirar a deputada estadual Janaina Riva do comando da sigla, após o término do seu mandato na Assembleia Legislativa, no início do próximo ano. A liderança dela à frente da legenda passou a ser questionada desde que não ‘segurou’ a bancada federal no partido.

Tomada de contas

Operação Tomada de Contas, deflagrada na quinta-feira (29) pela PF, surpreendeu até incrédulos. A prisão do presidente do TCE, Sérgio Ricardo, foi o assunto do dia nos bastidores dos poderes em Mato Grosso e órgãos auxiliares, mas, oficialmente, ninguém ousou falar.

Detonada

Em ‘pacto familiar’ com o senador Wellington Fagundes (PL), Janaina Riva conseguiu formar aliança com o partido bolsonarista, mas não conquistou o apoio de lideranças. Pior do que isso: Foi detonada no próprio palanque de onde partiu uma verdadeira cruzada contra a sua candidatura ao Senado, que já vinha com alguns problemas internos no próprio MDB desde as indicações dos suplentes.

Restrições

Alvo de medidas cautelares impostas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), os conselheiros do TCE, Guilherme Maluf, José Carlos Novelli e Alisson Carvalho, além de afastados das suas funções, estão proibidos de viajar ao exterior. Eles também não poderão acionar os sistemas internos do Tribunal. A coisa está bem séria.
Dejamil

 

Fora do salto

Derrota de Flávio Bolsonaro (PL) deixou bolsonaristas de Mato Grosso desolados. Muitos deles, como o senador eleito José Medeiros já falava, inclusive, de uma saída em massa de integrantes da ala bolsonarista para a criação de uma nova legenda, apostando num grupo ‘extremista raiz’ e se afastando de uma vez por todas dos mais moderados do PL. O salto deu no que deu…

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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