Wellington rebate Mauro e vê terrorismo contra RGA de servidores de MT

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Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), rechaça a possibilidade de “quebrar o estado” se atender os servidores públicos com a devida Recomposição Geral Anual (RGA) referente ao período da pandemia de Covid-19, quando a atualização foi congelada por meio de lei federal. Segundo o governador Mauro Mendes (União Brasil), promessas como essa podem destruir seu legado à frente do Palácio Paiaguás, fala que foi rebatida por Wellington.

Em entrevista nesta semana, o senador defendeu que o servidor público não pode ser ignorado e se eleito, prometeu fazer “governo mais humano”, apontando que a versão de Mauro serve apenas como tática de terror, baseado em um alarmismo que não representa o verdadeiro cenário de desenvolvimento do estado.

“O governador está pregando terrorismo aí, né? Pânico. O que não é verdade. A situação de Mato Grosso é uma situação fiscal realmente boa e que o Estado de Mato Grosso, independente de quem seja o governante, o Estado vai continuar crescendo. Todas as regiões de Mato Grosso estão em desenvolvimento”, disse ele à Tv Vila Real, durante o Jornal do Meio Dia.

Wellington, que figura entre os principais nomes, fazendo frente ao atual vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), o candidato ideal para Mauro, sob ótica de “continuidade do trabalho”, sustenta que atuará respeitando os princípios de responsabilidade fiscal. Além disso, frisou que o estado não está em retrocesso, mas em pleno avanço. Eles travam um embate que tende a se ampliar nos próximos meses. 

Atualmente, existe uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) tramitando na Assembleia, que reconhece oficialmente a dívida do Estado com os servidores públicos referente aos reajustes inflacionários da Revisão Geral Anual (RGA) não concedidos, usando como corte temporal o ano de 2017 a 2025.

O estado possui mais de 70 mil servidores entre ativos, inativos e pensionistas. Wellington defendeu que “dívida é para ser paga”: “A política do RGA tem que ser política de Estado. Não pode ser cada governante que quer ter um tipo de situação, vou cumprir. Tem que cumprir”.

Link da Matéria – via RD News

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