Vereadora diz que está pronta para disputar a federal ou estadual

Imagem

Filiada ao PL, a vereadora por Rondonópolis Kalynka Meirelles não esconde o desejo de alçar voos mais altos, podendo disputar vaga na Assembleia ou à Câmara Federal em 2026. A liberal ressalta que está no seu segundo mandato e que se sente pronta. “Estamos aqui para encarar esses desafios”, diz, em entrevista ao . Neste sentido, reflete sobre a necessidade de se ampliar o número de lideranças femininas no cenário político estadual e federal.

Atualmente há apenas Janaina Riva é a única deputada estadual e no Congresso estão atuando Gisela Simona (União), Coronel Fernanda (PL) e Margareth Buzetti (PSD) no Senado. Gisela e Margareth são suplentes de Fábio Garcia e Carlos Fávaro, respectivamente.

Kalynka avalia que adquiriu experiência política após encarar um primeiro mandato difícil, tendo sido oposição ao então prefeito de Rondonópolis Zé do Pátio (PSB), que é tido como um exímio articulador e orador. Além disso, reflete que a cidade perdeu representatividade na Assembleia, com a saída de Cláudio Ferreira – eleito prefeito; e do delegado Claudinei, que não conseguiu se reeleger. Instagram

Vereadora por Rondonópolis Kalynka Meirelles posa ao lado de ex-presidente Jair Bolsonaro

Na Câmara Federal, ela menciona a possibilidade de José Medeiros (PL) concorrer ao Senado, abrindo mais espaço, embora reconheça que, com a saída de Abilio Brunini – que assumiu a Prefeitura de Cuiabá – a cidade passou a contar com Rodrigo da Zaeli (PL), que se efetivou na vaga.

Neste contexto, a parlamentar assegura que está pronta para contribuir com o PL no projeto que a legenda entender que ela possa contribuir mais. “Não sou candidata de mim mesma, mas do grupo”. Perguntada se tem preferência a estadual ou a federal, Kalynka diz que gostaria de trabalhar políticas federais, por entender que os impactos são mais intensos, mas pondera que as legislações voltadas ao Estado também são importantes.

Governo e presidência

Perguntada sobre a disputa ao Palácio Paiaguás, a vereadora diz ter preferência pelo nome do empresário Odílio Balbinotti (sem partido), mas ressalta que há outras boas opções como o correligionário Wellington Fagundes (PL) e o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

“Hoje a pessoa com política bastante abrangente e fácil de transitar no estado inteiro seria o Odílio Balbinotti, ele teria pouca rejeição, mas tem o Wellington. São pessoas preparadas. O Pivetta também é uma ótima opção”.

Para ela, o julgamento no Supremo da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre os supostos plano de golpe, que pode tornar réu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), deve ter impacto no cenário nacional e, consequentemente em Mato Grosso.

Kalynka comenta que caso Bolsonaro não possa concorrer, surgem como opções os nomes de Eduardo Bolsonaro e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o que pode beneficiar o projeto do vice-governador de Mato Grosso. “Por isso eu acredito que o nome do Pivetta é bastante ventilado”. A decisão do STF deve sair ainda hoje.

Link da Matéria – via RD News

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*