
O vereador por Várzea Grande, Dr. Miguel Junior (Cidadania), de 31 anos, foi preso na madrugada desse domingo (27), por suspeita de desacato, ameaça e resistência durante uma abordagem da Polícia Militar, no bairro Araés, em Cuiabá. Ele estava embriagado e precisou ser algemado. Patrícia Sanches/Rdnews
Dr. Miguel Junior, vereador de Várzea Grande.
Segundo a própria PM, uma equipe do Grupo de Apoio (GAP) estava abastecendo a viatura em um posto de combustível na avenida Historiador Rubens de Mendonça, por volta das 01h40, quando o vereador, que estava em um Volkswagen Jetta preto, mostrou o dedo para a equipe.
Por conta disso, os policiais fizeram acompanhamento e abordaram o veículo, que tinha cinco pessoas. O vereador era um dos passageiros. Neste momento, conforme o boletim de ocorrência, o vereador estava com sinais de embriaguez, se negou a ser abordado e apresentou resistência, xingando os militares.
Diante das agressões, ele precisou se contido com spray de pimenta e algemado. O condutor do carro, que era motorista de aplicativo, e os demais passageiros foram liberados.
Já o parlamentar foi detido e encaminhado à Central de Flagrantes.
Outro lado
Em nota nas redes sociais, o vereador afirmou que desceu do veículo pacificamente e não desrespeitou e nem ameaçou os policiais. “No Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), o delegado reconheceu que não houve desacato e que não ficou comprovado o dolo, ou seja, a intenção de desrespeitar os servidores públicos”, diz trecho.
“Reafirmo meu profundo respeito à Polícia Militar e a todos os servidores públicos. Lamento o ocorrido e peço desculpas à população de Várzea Grande e de Mato Grosso por qualquer transtorno causado”, acrescenta.
Confira a nota completa nas redes sociais
“Em respeito à população de Várzea Grande e a todos que acompanham meu trabalho, esclareço que não estive envolvido em briga em boate, como foi divulgado. Apenas pedi a um segurança que chamasse um carro de aplicativo, pois meu celular estava com problemas.
Durante o trajeto, houve uma discussão verbal entre amigos no carro. Ao avistar viaturas, pedi ao motorista que encostasse. Desci do veículo de forma pacífica e fui abordado pela Polícia Militar. Apesar da tensão do momento, jamais desrespeitei ou ameacei os policiais.
O motorista do aplicativo, testemunha do fato, compareceu espontaneamente à delegacia e confirmou que não houve qualquer gesto ou atitude agressiva contra os policiais. Além disso, no Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), o delegado reconheceu que não houve desacato e que não ficou comprovado o dolo, ou seja, a intenção de desrespeitar os servidores públicos.
Reafirmo meu profundo respeito à Polícia Militar e a todos os servidores públicos. Lamento o ocorrido e peço desculpas à população de Várzea Grande e de Mato Grosso por qualquer transtorno causado. Reitero meu compromisso com o respeito às instituições e com a responsabilidade que o cargo que ocupo exige.”
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