
A filiação da vice-prefeita de Cuiabá, coronel Vânia Rosa, ao MDB é só o começo de grandes mudanças. Segundo o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Leonardo Bortolin, um dos articuladores do partido, o grupo vive um processo de expansão e deve receber, nos próximos dias, uma série de nomes vindos de outras siglas.
Bortolin destacou que o partido trabalha com cautela e diálogo na construção das chapas, especialmente para a Assembleia Legislativa, que já conta com 29 nomes pré-selecionados, ultrapassando o limite que é de 25.
“Nesse ano, a chapa vem com 25 candidatos. Nesse momento, nós temos 29 pré-candidatos dentro da chapa, mais do que é o limite. Assim como aconteceu com a Coronel Vânia, a filiação dentro do MDB, nos próximos dias nós vamos assistir muita gente filiando dentro do MDB”, disse o presidente da AMM.
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Apesar das articulações, Bortolin reforçou que o principal projeto do MDB é a pré-candidatura de Janaina Riva ao Senado. Segundo ele, toda a estratégia partidária passa por esse objetivo, mas já crentes na vitória da deputada.
“Nós temos dentro do MDB a nossa líder maior, que é a nossa pré-candidata ao Senado, Janaína Riva. O maior projeto hoje do partido é a vaga de Senado dela, e a gente tem trabalhado nesse sentido. Ela é mais importante para qualquer um dos três candidatos a governo. Se ela resolver sair candidata ao Senado chapa avulsa, uma vaga ao Senado vai ser da Janaína, com o palanque aberto”, ressaltou.
Ao lembrar o desempenho do MDB na última eleição, Bortolin apresentou números que sustentam o otimismo da legenda. Em 2022, o partido elegeu quatro deputados estaduais com apenas 11 candidatos na chapa, impulsionados pelos mais de 82 mil votos obtidos por Janaína.
“Com essa matemática, a gente acredita que dá até para ultrapassar a margem de votação que tivemos na última eleição”, avaliou.
O dirigente garantiu que o MDB seguirá dialogando com todas as forças políticas após o Carnaval, e deve inclusive decidir o caminho e apoio do partido na disputa ao governo, incluindo o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e os senadores Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (União).

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