
A presidente do União Brasil em Cuiabá, deputada federal, Gisela Simona, reforçou que o partido não faz parte da base do prefeito eleito Abilio Brunini (PL) e nem negocia cargos no Palácio Alencastro para o quadriênio 2025-2028.
Rodinei Crescêncio
Gisela Simona relembra que o partido lançou Eduardo Botelho (União Brasil) no primeiro turno, mas ao não obter êxito, liberou os filiados no segundo turno. A grande maioria seguiu com Abilio, incluindo o governador Mauro Mendes, o chefe da Casa Civil Fabio Garcia e os vereadores reeleitos Michelly Alencar, Cezinha Nascimento e Dilemário Alencar.
“União Brasil não apoiou Abilio no segundo turno, o União liberou os seus membros, embora os três vereadores eleitos declararam apoio Abilio. Em termos partidários não há nenhuma negociação com o Abilio”, comentou Gisela Simonia em visita ao Grupo .
Questionada sobre escolha de Abilio por Marcelo Bussiki, que é filiado ao União Brasil, para comandar a Secretaria de Orçamento Público, Fazenda e Planejamento , Gisela explicou que não se trata de indicação do partido, mas sim, de uma escolha totalmente pessoal do prefeito eleito devido a relação de proximidade entre ambos.
“Foi no âmbito pessoal, foi uma escolha técnica por parte do Abilio. Eles foram colegas na vereança, mas é claro que, não só o Bussiki e os nossos vereadores, poderão contar com o União Brasil”, acrescentou.
Bussiki é o auditor do Tribunal de Contas do Estado (TCE), foi vereador por Cuiabá entre 2017 e 2020 e não tentou a reeleição. Também já foi candidato a vice-prefeito de Cuiabá nas eleições de 2020, mas perdeu. Neste ano, ele concorreu novamente para o cargo de vereador, conquistou 2.344 votos e conseguiu a terceira-suplência do partido.
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