
Rdnews/arquivo
Fábio Garcia (União) já está se movimentando para disputar a reeleição pelo terceiro mandato de deputado federal, mesmo que o Palácio Paiaguás o tenha como opção de indicá-lo para vice-governador, possivelmente da chapa a ser encabeçada por Otaviano Pivetta (Republicanos).
De forma mais independente, apesar de integrar o grupo de Mauro Mendes e de usar o posto de secretário-chefe da Casa Civil como espécie de vitrine política, Fabinho, como é chamado popularmente, trabalha o projeto à Câmara porque, nesse caso, não dependeria tanto das “costuras” políticas como se exige no caso de composição à chapa majoritária.
Em meio a uma série de indefinições, inclusive sobre fusão do União, PP e Republicanos, o partido de Fabinho, em princípio, teria quatro nomes competitivos à Câmara, sendo eles da primeira-dama Virgínia Mendes, da hoje federal Gisela Simona, do pecuarista Humberto Bosaipo e do próprio Fabinho – o deputado federal coronel Assis, com um pé no PL, não deve concorrer à reeleição pelo União.

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