Trans pode ter sido morta por cliente; pescoço tinha cortes

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Delegado Nilson Farias, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), investiga se Thayla Santos Souza, 24, foi morta por um cliente durante programa sexual, no Zero Km, em Várzea Grande. O corpo dela foi encontrado 3 dias após ter desaparecido, na tarde de segunda-feira (23), em um matagal do bairro.

 

“Pela vivência, não há indícios de que se trata de um crime de facção. Estamos ouvindo testemunhas e nada foi descartado. Uma das nossas linhas é de que ela foi morta pelo cliente que a procurou para um programa sexual”, disse ao .

 

Delegado busca ainda imagens de câmeras de segurança para chegar até o suposto carro branco que a vítima entrou antes de sumir. Essa é a versão relatada por testemunhas que viram Thayla pela última vez no Zero, por volta das 4h de sábado (21).

 

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Delegado ainda destacou que o corpo lesões que podem ser de arma branca, especialmente próximo ao pescoço. “São lesões que lembram os de golpe de faca, mas para afirmar, temos que esperar o resultado dos exames de perícia”, disse.

 

Thayla estava acompanhada de uma amiga, na noite de sexta-feira (20), quando foram para duas festas. Na última, que é uma casa de festas na avenida Beira Rio, ela pegou uma moto por aplicativo e seguiu para o Zero KM.

 

Depois disso, há versão de que ela entrou no carro branco e não foi mais vista. O corpo foi encontrado no começo da tarde de segunda, em um matagal, na região do Zero. Estima-se que ela estava morta há pelo menos 72 horas.

 

Caso segue sob investigação.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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