
Um termo de ação conjunta entre o Poder Judiciário e lojas maçônicas de Mato Grosso será assinado na próxima quarta-feira (5), às 14h, com o objetivo de cumprir metas para avançar na proteção ambiental. O juiz Antônio Horácio da Silva Neto, da Vara Especializada do Meio Ambiente (Vema) de Cuiabá, destacou que as ações devem ser cumpridas por cerca de 7 mil maçons em todo o estado.
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A assinatura ocorrerá no Dia Mundial do Meio Ambiente, como parte da semana nacional do meio ambiente. O ato será realizado na sede da Vema, onde as lojas maçônicas GOEMT, GOB/MT e GLEMT assinarão o termo com o Poder Judiciário, representado também pelo Juizado Volante Ambiental (Juvam). As ações serão cumpridas por todos os maçons e lojas maçônicas do estado de Mato Grosso.
“Cerca de 7 mil maçons envolvidos para alcançar esses objetivos. É um compromisso da maçonaria, da Vara de Meio Ambiente e Juvam. Todos terão participação num plano cultural e educacional em prol a sustentabilidade e o meio ambiente”, disse o juiz Antonio Horácio.
O termo visa a mobilização para ações que fomentem a conscientização educacional e cultural para a proteção do meio ambiente. Os envolvidos levaram em consideração as ações humanas que vem tornando nosso planeta cada vez mais vulnerável, trazendo mudanças climáticas, perda de biodiversidade e crise hídrica.
As ações conjuntas
Os participantes, dentro de suas esferas de atribuições e competências, irão se auxiliar mutuamente para o desenvolvimento e divulgação de ideias e ações que podem proteger o meio ambiente, sem exclusão de nenhuma outra a ser indicada, entre as quais estão inicialmente as seguintes:
1) Diminuir o consumo de energia.
2) Reduzir o consumo de água.
3) Separar corretamente o lixo e dar o destino adequado.
4) Repensar, reciclar, reutilizar, reduzir e reaproveitar.
5) Não comprar e vender animais silvestres.
6) Orientar sobre a necessidade de um meio ambiente equilibrado e sustentável.
7) Plantar árvores nas cidades e replantar nos locais desmatados.
8) Fazer ações ambientais efetivas junto a sua comunidade.
9) Cobrar do Poder Público políticas ambientais efetivas.
10) Denunciar aos poderes constituídos e ao Ministério Público as agressões ao meio ambiente.

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