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Ary Campos, Pablo Pereira e Paulo Henrique foram alvos de investigações, com objetos diferentes, durante à corrida eleitoral em Rondonópolis, VG e Cuiabá
Mesmo sendo alvo da Operação Infiltrados da Polícia Civil, por suposta ligação com o Comando Vermelho, o advogado Ary Campos (PT) conseguiu ser eleito a vereador por Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá). Ele teve 1.960 votos e foi o 6º candidato mais votado no município. O petista nega e garante ser inocente.
Cuiabá e Várzea Grande também tiveram vereadores, candidatos à reeleição, alvos de operações policiais. Nos dois casos, os parlamentares amargaram derrota.
Na Capital mato-grossense, o vereador Paulo Henrique (MDB) tentou a reeleição à Câmara de Cuiabá. Ele teve 1.147 votos e ficou como suplente. O vereador chegou a ser preso em setembro deste ano por suposta ligação com o CV, no âmbito da Operação Pubblicare – desdobramento da Operação Ragnatela , que apura a suposta existência de esquema de lavagem de dinheiro para facções criminosas.
Paulo Henrique foi solto, mas acabou afastado do cargo judicialmente e cumpre medida cautelar , com o uso de tornozeleira eletrônica. Além disso, está proibido de frequentar a Secretaria Municipal de Ordem Pública e Defesa Civil de Cuiabá. Paulo rechaça às acusações e jura inocência.
O vereador Pablo Pereira (União) também foi alvo de operação policial e tentou a reeleição em Várzea Grande. Pablo teve 1.719 votos e também acabou como suplente.
Ele foi alvo da Operação Gota D’água , que investiga suposto esquema de propinas na Diretoria Comercial do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG). O parlamentar chegou a ser preso em setembro, no entanto foi solto com imposição de medidas cautelares.
Pablo garante que não tem elo com nenhum crime relacionado à autarquia.
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