
O secretário de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), Marcelo de Oliveira, rebateu as declarações do deputado estadual Lúdio Cabral (PT) sobre os repasses ao Consórcio BRT, assegurando que o Governo não pagou valores acima do que foi executado. As obras estão paralisadas diante do desejo de rompimento de contrato, devido a atraso no cronograma de execução do empreendimento. Assessoria
O secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira
Lúdio afirmou que o Estado já teria repassado cerca de R$ 153 milhões ao Consórcio BRT, correspondendo a 33% do contrato, enquanto apenas 18% das obras teriam sido executadas. No entanto, Marcelo esclareceu que há diferença entre o montante empenhado e o que realmente foi pago, que é de R$ 116 milhões, correspondente a pouco mais de 18%.
“O deputado falta com a verdade e confunde a população ao afirmar que os valores empenhados foram pagos ao Consórcio. O que a Sinfra pagou pelo BRT até o momento é justamente 18,61% do valor inicial do contrato”, disparou o secretário.
Marcelo ressalta que a consulta ao Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças do Estado de Mato Grosso (Fiplan-MT) mostra que o Estado empenhou R$ 152,9 milhões. No entanto, o valor efetivamente pago foi R$ 116 milhões. Desse total R$ 87 milhões referentes ao preço inicial do contrato (18.61%) e R$ 28,7 milhões correspondem a reajustes inflacionários, seguindo a tabela do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte.
“É preciso ter responsabilidade ao tratar de recursos públicos. A divulgação de informações equivocadas só atrapalha o debate e induz a população ao erro. O governo tem compromisso com a transparência e o bom uso dos recursos públicos. Não há nenhum pagamento indevido ou além do que foi efetivamente executado. Isso também é uma prova inequívoca de que o Governo tem os recursos necessários para executar a obra”, completou o secretário.
Reprodução
Atualmente, o governador Mauro Mendes (União Brasil) tem sido duramente criticado diante da sinalização de rompimento de contrato. A população teme que o modal se tornem em um “novo VLT”, que nunca teve as obras concluídas. Mauro, porém, rejeita tal comparação, alegando que no caso do BRT não houve corrupção . (Com informações da assessoria)
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