Secretário é convocado por Comissão de Saúde, mas não confirma ida à ALMT

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O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, foi convocado pela Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para prestar esclarecimentos sobre o anúncio da exoneração de 56 profissionais contratados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Em tese, a ida de Gilberto à ALMT aconteceria nesta terça-feira (31). No entanto, de acordo com informações apuradas pelo , até o momento, ele não teria confirmado sua presença ainda.

Rodinei Crescêncio/Rdnews

Figueiredo, que faz parte da equipe do, até então, governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, é um dos nomes de secretários cotados que devem ser exonerados para concorrer nas eleições deste ano. O conflito está justamente na data, já que, assim como os outros, Gilberto será exonerado nesta terça.

O requerimento de convocação do secretário foi aprovado ainda na semana passada, após os profissionais do Samu recorrerem à ALMT durante a sessão ordinária da última quarta-feira (25). Eles buscaram que os deputados do estado intervissem, junto ao governo de Mato Grosso, na questão dos trabalhadores demitidos.

Na oportunidade, o deputado Lúdio Cabral (PT) chegou a criticar a “condução da política para o setor” e defendeu ainda que medidas fossem tomadas por parte do Executivo. Na sexta-feira (27), o parlamentar protocolou um pedido de investigação da situação ao Ministério Público de Mato Grosso.

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“[…] há previsão de não renovação de ao menos 56 contratos de profissionais essenciais entre os dias 31 de março e 10 de abril de 2026, abrangendo condutores de ambulância, enfermeiros e técnicos de enfermagem, com indicativo de que os desligamentos poderão se estender até o mês de julho, atingindo parcela significativa do quadro funcional, atualmente composto majoritariamente por profissionais contratados temporariamente, estimados em aproximadamente 90% do efetivo”, diz o documento.

Em seu texto, o deputado destaca que, caso a situação se concretize, há o risco de realocação de bases operacionais.

“Diante disso, submete-se a presente notícia de fato para que este Ministério Público avalie a adoção das medidas cabíveis, inclusive quanto à eventual instauração de procedimento investigatório, verificação da legalidade dos desligamentos, análise da existência de planejamento adequado para manutenção do serviço, apuração de eventual reestruturação em desacordo com as normativas do SUS e, se necessário, adoção de medidas judiciais aptas a assegurar a continuidade e a adequada prestação do serviço à população”, finaliza.Entre na comunidade de WhatsApp do Rdnews e receba notícias em tempo real . (CLIQUE AQUI )

Link da Matéria – via RD News

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