
O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da CS Mobi, vereador Rafael Ranalli (PL), juntamente com os membros Dilemário Alencar (União), que atua como relator e a vereadora Maysa Leão (Republicanos), reuniram-se nesta sexta-feira (26) na Câmara Municipal e deliberaram sobre os encaminhamentos finais dos trabalhos, que deve ter relatório entregue no dia 9 de outubro.
A Comissão destacou que, considerando o material e os fatos apresentados pelo prefeito Abílio Brunini em relação ao processo licitatório , que deu origem a contrato de concessão, a CPI deve encaminhar toda a documentação, juntamente com as denúncias, ao Ministério Público, para análise e eventual investigação. E ainda deverá encaminhar a possibilidade de abertura de uma nova CPI para apurar os fatos.
Ranalli destacou que a inicial de abertura da presente CPI traz como objeto específico de análise, o contrato de Concessão Nº558/2022/PMC, não sendo possível investigar nada fora do escopo do referido contrato. Ressalta ainda que o objetivo central da CPI é a verificação de possíveis ilegalidades e “desvantajosidade” especificamente dentro do contrato firmado entre a Prefeitura de Cuiabá e a CS Mobi.
A CPI investiga a Parceria Público-Privada (PPP) de 30 anos entre a Prefeitura e a CS Mobi, responsável pelo estacionamento rotativo na área central da cidade. Como contrapartida, a empresa assumiu as obrigações de revitalização do Centro Histórico e reconstrução e gerenciamento do Mercado Municipal Miguel Sutil. Contudo, o atual prefeito tem reclamado do contrato, onde considera que somente a CS Mobi leva vantagem.
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