Ranalli surfa em onda nacional e quer apoio de “quem não gosta de bandidos”

Imagem

O vereador por Cuiabá, Rafael Ranalli (PL), que vetar o uso de recursos públicos do município em eventos, shows ou promoções que contenham músicas que façam apologia ao crime organizado, às facções ou à sexualização. Ao defender a proposta, o parlamentar apelou aos que são contra “bandidos” e “vagabundos”. 

“A gente proíbe que o município invista em shows que tragam cantores que tenham essa predileção por gostos musicais duvidosos, que incentivem ou façam apologia (às drogas). Essa lei vai passar por essa Casa e conto com o apoio de todos os colega. Mais uma vez, dos colegas que não gostam de bandidos e de vagabundos, que esses sim, me apoiem”, disparou.

Assessoria

Ranalli confessou que o projeto é “uma cópia” do texto apresentado pela vereadora de São Paulo, Amanda Vettorazzo (União Brasil-SP), batizado de “Anti-Oruam”, referência ao cantor de funk e rap, responsável por produzir músicas com apologia ao crime. Ele filho do traficante e chefe do Comando Vermelho, Marcinho VP, que está preso desde 1996. Tema ganhou o debate nacional e proposta tem sido apresentada em várias cidades do país.

“O projeto ‘Anti-Oruam’, do que se trata? Proibir a prefeitura ou qualquer recurso, oriundo de entes municipais, de promoção, divulgação e contratação de shows que contenham músicas que façam apologia ao crime organizado, à facções criminosas e à sexualização”, explica.

A proposta faz parte de um arco de “parlamentares de direita”, que visa, acabar com o fomento à criminalidade. A matéria está em tramitação na Câmara de Cuiabá e vai passar pelas comissões antes de ser submetida ao crivo do plenário. Em caso de aprovação, caberá ao prefeito Abilio Brunini (PL), sancionar ou vetar a lei.

Entre na comunidade de WhatsApp do Rdnews e receba notícias em tempo real . (CLIQUE AQUI)

Link da Matéria – via RD News

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*