
Hulk Hogan, um dos nomes mais conhecidos da luta livre profissional nos Estados Unidos, morreu nesta quinta-feira (24) aos 71 anos. Ele foi o principal responsável por transformar o wrestling de um espetáculo de nicho em um evento popular e lucrativo, assistido por milhões em todo o mundo.
Nascido como Terry Gene Bollea em 1953, na Geórgia, Hogan cresceu na Flórida e se interessou pela luta livre nos anos 1970. Começou a carreira após abandonar a música e passou a se destacar pela aparência física e carisma. Com o apelido “Hulk”, em alusão ao herói dos quadrinhos e da TV, e o sobrenome “Hogan”, escolhido por promotores para atrair o público irlandês-americano, ele passou a compor o elenco da então World Wrestling Federation.
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Sua ascensão definitiva aconteceu em 1984, quando derrotou o Iron Sheik e conquistou o título mundial da WWF. O auge veio em 1987, quando protagonizou a WrestleMania III, em Michigan, diante de mais de 90 mil pessoas. Na ocasião, Hogan levantou o lutador André the Giant e aplicou um body slam que se tornou símbolo de sua carreira.
Além do wrestling, Hogan teve passagens por Hollywood, com destaque para o filme “Rocky III”, no qual contracenou com Sylvester Stallone. Mais tarde, estrelou produções menores e um reality show ao lado da família, entre 2005 e 2007.
Nos anos 1990, trocou a tradicional vestimenta amarela pela roupa preta ao migrar para a World Championship Wrestling, onde assumiu a persona “Hollywood Hogan” e liderou o grupo Nova Ordem Mundial. Com isso, ganhou novo fôlego na carreira e voltou à WWE, enfrentando nomes como Dwayne “The Rock” Johnson em eventos como a WrestleMania de 2002.
Hogan foi introduzido duas vezes no Hall da Fama da WWE e dizia ser o “Babe Ruth do wrestling”. Ele também ficou marcado por aparições ao lado de figuras da cultura pop, como Mr. T, e por ter protagonizado as primeiras capas da Sports Illustrated dedicadas à luta livre.

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