Puxada por serviços e indústria, economia brasileira cresce 0,4% no segundo trimestre de 2025

Imagem

A economia brasileira, medida pelo PIB (Produto Interno Bruto), cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2025 em relação ao primeiro trimestre do ano. O crescimento foi puxado, sobretudo, pelos serviços (0,6%) e indústria (0,5%).

 

A Agropecuária, por outro lado, recuou 0,1%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (2) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

 

Leia também – Presidente libera crédito extraordinário de R$ 30 bilhões contra ações do tarifaço

 

Em relação ao segundo trimestre de 2024, o PIB avançou 2,2%, com crescimento na Agropecuária (10,1%), na Indústria (1,1%) e nos Serviços (2%).

 

O PIB totalizou R$ 3,2 trilhões no segundo trimestre de 2025, sendo R$ 2,7 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 431,7 bilhões, aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

 

No mesmo período, a taxa de investimento foi de 16,8% do PIB, acima dos 16,6% do segundo trimestre de 2024. Já a taxa de poupança foi de 16,8%, superando os 16,2% do mesmo trimestre de 2024.

 

O desempenho positivo na indústria se deve ao crescimento de 5,4% nas Indústrias Extrativas. Por outro lado, houve retração nas atividades de: Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-2,7%), Indústrias de Transformação (-0,5%) e Construção (-0,2%).

 

Já nas atividades de serviço, houve crescimento em:

– Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,1%)
– Informação e comunicação (1,2%)
– Transporte, armazenagem e correio (1%)
– Outras atividades de serviços (0,7%)
– Atividades imobiliárias (0,3%).

 

Houve estabilidade no Comércio (0%) e variação negativa na Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,4%).

 

Resultado acumulado
O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em junho de 2025 cresceu 3,2% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. A taxa resultou das altas de 3% no Valor Adicionado a preços básicos e de 4,2% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

 

O resultado do Valor Adicionado nesta comparação decorreu dos seguintes desempenhos: Agropecuária (5,8%), Indústria (2,4%) e Serviços (2,9%).

 

Entre as atividades industriais, a Construção (3,6%), as Indústrias da Transformação (3,1%) e as Indústrias Extrativas (1%) tiveram expansão.

 

Já a atividade de Eletricidade, gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,6%) recuou.

 

Além disso, todas as atividades de Serviços tiveram resultados positivos.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*