PSDB não deve se opor se federação com Podemos der fim ao histórico número 45

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Diante da iminência de oficialização da federação com o Podemos, o presidente do PSDB em Mato Grosso, Carlos Avallone, valorizou a atuação do partido tucano na trajetória do país, com legado na área social, fiscal e investimentos, durante o Governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e salientou que não há apego ao histórico número 45 utilizado pela legenda nas urnas. Hoje, a sigla caminha para uma união para não perder espaço dentro do Congresso Nacional. Um encontro será realizado no dia 5 de junho para confirmar o acordo entre os dois partidos para o pleito de 2026.

Rodinei Crescêncio

Avallone sinalizou que sabe das dificuldades de se manter o número 45 diante da parceira, contudo, espera que haja um coalisão de interesses com o Podemos. Ele considera os dois partidos equivalentes e que a vaidade não deve prevalecer quanto à preferência de um nome ou número, ou seja, a identidade do grupo será debatida em conjunto: pode se manter PSDB-Podemos, pode se criar um novo nome e pode se mudar um número para ser um número diferente. “Eu acho que seria justo até mudar o número e o nome”, defende.

“É uma questão de justiça. Não podemos ser arrogantes em dizer o nosso partido é melhor do que o teu partido ou tem mais história que o teu partido. Isso não funciona na política. São forças equivalentes e, então, precisa ter um entendimento. Gostaria muito que o 45 permanecesse, gostaria muito que o nome fosse PSDB-Podemos, mas eu não sei se isso vai ocorrer. Nós vamos aceitar qualquer que seja a decisão que vai ser tomada pela nacional, que nós vamos referendar no dia 5 de junho em uma convenção nacional em Brasília, onde nós já fomos convocados”, argumentou. 

Ainda em entrevista à imprensa, Avallone ressaltou que FHC comandou o país entre 1994 a 2002, promovendo muitos avanços: “É uma história que mudou o Brasil. Nós tínhamos uma inflação e ela acabou. Para dizer um assunto, os programas sociais foram todos instituídos no PSDB e, às vezes, se confunde que foi o PT que os criou. As privatizações importantes do Brasil foram feitas no governo FHC, do PSDB. Responsabilidade fiscal, os avanços no SUS”, comentou.

Link da Matéria – via RD News

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