Presidente do Novo vê eleição aberta em MT e garante candidatura de Marcelo

Imagem

Annie Souza/Rdnews

O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, afirmou que o empresário Marcelo Maluf, que se filia ao partido nesta segunda-feira (23), só não será candidato ao governo de Mato Grosso se não quiser.

Marcelo decidiu deixar o PSDB por falta de espaço para disputar o Executivo estadual. “Se tem uma coisa que o Novo construiu ao longo desses anos é a credibilidade da nossa palavra. Uma vez definido que temos um pré-candidato, ele só não será candidato se não quiser”, afirmou Eduardo durante visita à sede do , onde concedeu entrevistas ao portal e ao RDTV Cast.

O dirigente destacou que Marcelo tem trajetória consolidada na iniciativa privada, o que lhe garante credibilidade e bagagem para a disputa. Apesar de as pré-candidaturas do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e do senador Wellington Fagundes (PL) estarem mais consolidadas, Eduardo avalia que há espaço para o surgimento de um novo nome competitivo.

“Vejo que é uma eleição aberta, que não está definida. Diferentemente de outros pleitos em Mato Grosso, em que já se sabia de antemão quem venceria, desta vez o cenário é mais indefinido”, opinou, acrescentando que a filosofia do Novo dialoga com o perfil do eleitor mato-grossense.

Além deles, a médica e empresária Natasha Slhessarenko (PSD) também deve disputar o Palácio Paiaguás.

Chapas

O partido realiza ainda, na noite desta segunda-feira, no Hotel Fazenda Mato Grosso, a filiação de outros pré-candidatos. Entre os nomes estão o vereador por Várzea Grande Caio Cordeiro, que deixa o PL com o aval do presidente Ananias Filho, e o produtor rural Vilmar Rigo, conhecido como “Bolsonaro da Shopee”.

Ambos devem disputar vagas na Câmara Federal e se juntar a uma chapa que pode contar ainda com a empresária Mirtes Grotta, que concorreu à Prefeitura de Sinop, e o presidente do CIPEM, Ednei Blasius.

Segundo Eduardo, a meta do partido é eleger um deputado federal e entre dois e três estaduais. Para isso, outros nomes — já em fase final de articulação — devem se filiar à sigla nos próximos dias.

O dirigente ressaltou que o Novo já pacificou internamente o uso do fundo partidário para garantir maior competitividade nas eleições, assegurando recursos para os candidatos de Mato Grosso. No início, a legenda se notabilizou por rejeitar o uso de dinheiro público em campanhas.

“Hoje, não é mais possível fazer campanha competitiva apenas com doações privadas. Embora não concordemos com o modelo, decidimos usar as mesmas armas dos adversários. Ao longo dos anos, o Novo acumulou um caixa significativo e vamos utilizar esses recursos nesta eleição, que consideramos crucial”, afirmou.

Eduardo classificou o momento como uma “virada de chave” para o partido. “Estamos indo para a nossa melhor geração de candidatos. O Novo está mais forte do que em 2022 e 2018. Temos uma projeção conservadora de superar a cláusula de barreira com certa facilidade”, disse, ao destacar a meta de ampliar a bancada na Câmara Federal de cinco para pelo menos 20 deputados.

Link da Matéria – via RD News

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*