Presidente da AL diz que rescisão amigável está prestes a ser fechada

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Rodinei Crescêncio/Rdnews

O presidente da Assembleia Max Russi (PSB) revela que, conforme a Casa Civil, o governo do Estado está prestes a fechar um acordo de rescisão amigável com o Consórcio BRT, que é responsável pelas obras de implementação do novo modal em Cuiabá e Várzea Grande. Negociações são tocadas pelo Palácio Paiaguás sob Mauro Mendes (União).

“Eu tenho defendido que finalize essa primeira etapa, que faça a licitação em vários lotes, a contratação de várias empresas em lotes menores, para que a gente tenha menos interferência no trânsito, interferências mais rápidas e cause menos transtornos e nós tenhamos a possibilidade de concluir essa obra rápida”, argumenta Max em entrevista à imprensa na manhã desta quarta (26).

O presidente ressalta que a implementação de um novo modal de transporte nas duas maiores cidades do Estado – primeiro o VLT e, agora, BRT –  se arrasta há mais de uma década e que precisa ser finalizada o quanto antes tendo em vista que impacta diariamente na vida ada população.

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Iniciadas no governo Silvar Barbosa, obras do VLT deveriam ter sido concluídas em 2014, mas tema não avançou. Já na gestão Mauro, Estado optou pelo BRT, mas obras não avançaram no ritimo esperado, por isso, Estado optou por rescindir o contrato.

O anúncio de que o Estado iria romper o contrato com o Consórcio BRT, executor da obra, foi feito em 5 de fevereiro, mas, por enquanto, o Governo segue em tratativas. A ideia é que a rescisão do contrato seja feita de forma amigável, com a possibilidade até de a empresa concluir as obras na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), que já estão bastante avançadas. Caso não haja acordo, o Estado deve realizar a rescisão unilateral do contrato.

Apoio e fiscalização

Max ressalta que a Assembleia tem feito seu papel de acompanhar, já tendo convocado o secretário de Infraestrutura Marcelo Padeiro e os empresários do consórcio a darem explicações e reforça que os deputados estão preocupados e querem um desfecho rápido.

Para tanto, defende que Estado coloque “todo mundo na mesa” –  TCE, MPE e Assembleia. Para ele, a estratégia mais viável é fazer várias licitações  para que as obras avancem de forma mais célere.

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Link da Matéria – via RD News

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