
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), ironizou a baixa adesão ao “Grito dos Excluídos e das Excluídas” , que foi às ruas no domingo (7), em pautas relacionadas à justiça social, à soberania nacional e à defesa da vida. O ato ocorreu na Praça Cultural do bairro Jardim Vitória, na Capital.
Reprodução
Em entrevista, Abilio tentava defender o uso da bandeira americana nos protestos de apoio a anistia aos condenados pelo ataque de 8 de janeiro de 2023 e defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em meios às críticas. Para isso, alfinetou a esquerda, de também não defenderiam o país, adotando outras bandeiras e cores que não remetem à Pátria. Neste cenário, alfinetou quanto à baixa adesão do movimento na Capital.
“Se pegar a manifestação do PT aqui em Cuiabá, que foi praticamente um ‘Grito de Excluídos’ mesmo, minoria mesmo, que é só o PT, só tinha meia duzia andando na rua. Tenta achar uma bandeira do Brasil naquela manifestação. A bandeira do PT é um país? Só no ponto de vista deles. No nosso país e na nossa manifestação, predominantemente era verde e amarelo. Uma bandeira ou outra era dos Estados Unidos. Na do PT, na da esquerda, quase não se via, a cor predominante era vermelha”, disparou ele.
No domingo, o manifestantes do Grito dos Excluídos usaram cartazes com os dizeres: “Soberania e democracia. O Brasil é dos brasileiros e das brasileiras”, fala que tem sido utilizada pelo presidente Lula (PT). Também fizeram reivindicações de refugiados indígenas venezuelanos, da etnia Warao: “Queremos terreno e moradia e não despejo”. Além disso, faixas estampavam o pedido de participantes negando anistia aos golpistas, que contestaram o resultados das urnas eletrônicas que elegeram Lula.
O movimento surgiu na década de 1990, com o objetivo de dar voz à população marginalizada e expor as desigualdades sociais que ainda persistem no Brasil.
Entre na comunidade de WhatsApp do Rdnews e receba notícias em tempo real . (CLIQUE AQUI)

Faça um comentário