
O prefeito reeleito, Chico Gamba (União Brasil) , de Alta Floresta (a 790 km de Cuiabá), defende que o grupo do governador Mauro Mendes (União Brasil), siga unido para as eleições de 2026, visando dar sequência ao trabalho executado pelo atual Chefe do Executivo, de parcerias e investimentos para os municípios.
“Que o estado continue da maneira que está indo, eu sei que o estado está indo muito bem, então a gente torce para que continue nessa mesma linhagem, que continue as coisas acontecendo da maneira que está acontecendo e beneficie a população do estado do Mato Grosso”, disse o prefeito em entrevista ao .
Chico, entretanto, não quis cravar seu apoio a nenhum possível candidato. Ele ressalta que é fiel aos rumos que a cúpula do União Brasil escolher para o pleito ao Palácio Paiaguás e rasga elogios a Mauro. O prefeito avalia que o chefe do Paiaguás organizou o estado e pode ajudar a escolher um sucessor que tenha o mesmo pensamento para manter o perfil.
“Temos vários nomes, eu quero aguardar e ver como que eles se ajustam, mas a gente sabe que tem bons nomes aí […] Nós temos a certeza que tem um ajuste dentro do time, do próprio governador, que dará sequência desse trabalho que vem sendo muito bem feito no estado”, pontuou.
Assessoria
Prefeito de Alta Floresta Chico Gamba e governador Mauro Mendes
Mauro tem declarado apoio irrestrito ao seu atual vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), para ser o cabeça de chapa em 2026. No entanto, dentro do União Brasil, a cúpula de liderança segue resistente em “entregar” a sucessão para um partido aliado, por ver potencial em se seguir à frente do estado com o senador Jayme Campos, que demonstra interesse em disputar o Executivo estadual. No segundo mandato, mauro deve renunciar em abril e concorrer ao Senado.
Federação
Ao avaliar a possibilidade da Federação entre o União Brasil, PP e Republicanos, Chico considera que há muitas conversas a serem realizadas a nível nacional, mas entende que, caso se concretizar, espera que cada um saiba o lugar que lhe cabe e que possa ajudar o grupo.
“Tem muita água para correr debaixo da ponte, mas do meio do ano para frente, aí a coisa começa a se organizar mais, para que tenhamos uma eleição [forte]. A gente torce para que entre as pessoas, cada um no seu lugar devido, as pessoas que tenham condições para fazer aquilo, se propõe a fazer, seja para deputado, para senador, para governador e para vice-governador”.

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