
O deputado estadual Júlio Campos, admtiu que a reunião entre o seu irmão e correligionário no União Brasil, senador Jayme Campos e a deputada estadual Janaina Riva (MDB), faz parte da construção de diálogo pensando nas eleições de 2026. Além do contato com o MDB, o deputado relatou que também haverá conversas com o PSD, do ministro da Agricultura e Pecuária Carlos Fávaro.
Rodinei Crescêncio/Rdnews
Conforme publicado pelo , na semana semana, Jayme e Janaina teriam avaliado a atual conjuntura política e firmado um “pacto de não agressão” . Questionado se aproximação seria um sinal de saída do União Brasil, Júlio Campos rejeitou a possibilidade, manifestando que o partido deu liberdade para a construção de projetos, ou seja, quem quer ser candidato, precisa se viabilizar.
“Política é arte do diálogo. Sempre mantivemos um bom relacionamento pessoal e até político com a deputada Janaina Riva e com o MDB de Mato Grosso, na qual o presidente ainda é o ex-senador e ex-deputado Carlos Bezerra. Então, nós conversamos com todo mundo, temos conversação dentro do nosso partido, União Brasil e estamos dialogando com outros partidos”, indicou.
“ sso faz parte da política. Infeliz aqueles políticos radicais de extrema-direita, de extrema-esquerda, que não querem conversar com ninguém, que acham que são donos da verdade. Uns boçais”
Júlio Campos pretende ir à reeleição a estadual. Já seu irmão busca apoio para projeto ao Governo do Estado, embora, dentro do União Brasil, o atual governador e presidente do partido Mauro Mendes tem a preferência pelo seu vice Otaviano Pivetta (Republicanos).
A possível aliança com Janaina fortaleceria a parlamentar, que vai disputar ao Senado, assim como Fávaro, tentará reeleição. Janaina assumirá a presidência do MDB em agosto e Fávaro é o principal dirigente do PSD. A disputa pode se acirrar caso Mauro Mendes também brigue por uma cadeira no Senado.
O deputado defende a “arte do diálogo” como a melhor saída para a construção de projetos e rejeitou qualquer tipo de ataque de alas extremas, pois entende que na democracia, esquerda, centro e direita, precisam se respeitar: “Isso faz parte da política. Infeliz aqueles políticos radicais de extrema-direita, de extrema-esquerda, que não querem conversar com ninguém, que acham que são donos da verdade. Uns boçais, democracia é isso”.
“Quem convive no parlamento estadual ou federal sabe que a arte do diálogo, você tem que negociar politicamente. Então, não há porquê a gente não conversar […] Vamos fazer devidamente autorizado”, concluiu..
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