
A Polícia Civil investiga se o relacionamento amoroso de Kethlyn Vitória de Souza , de 15 anos, e o médico Bruno Felisberto do Nascimento Tomiello, de 29 anos, teve início quando a jovem tinha menos de 14 anos – o que se enquadraria em estupro de vulnerável. A adolescente foi morta com um tiro na cabeça, no final de semana, em Guarantã do Norte (a 709 km de Cuiabá). Preso pelo crime nessa segunda-feira (05), o médico alega que o disparo foi acidental.
De acordo com o delegado Waner dos Santos Neves, que está à frente do caso, Kethlyn completou 15 anos no dia 30 de março deste ano. Ele ressaltou que todos os detalhes do início do relacionamento serão apurados para verificar se a adolescente foi vítima de estupro. Reprodução/Jean Jackes de Oliveira
Delegado de Polícia Civil, Waner dos Santos Neves
“Todos esses fatos, sobre a questão da idade e quando ele [Bruno] começou o relacionamento com ela [Kethlyn ], isso vai ser apurado também, porque se ela tinha menos de 14 anos – e quando eu digo menos de 14 anos, eu digo 13 anos, 11 meses e 30 dias – seria estupro de vulnerável. Agora, se ela tinha 14 ou mais, não enquadraria em um estupro de vulnerável”, explicou.
O crime
Conforme publicado pelo , a Polícia Militar foi acionada à 01h45 de sábado (03), pela equipe médica do Hospital Nossa Senhora do Rosário. No local, um enfermeiro relatou que Kethlyn foi socorrida Bruno, que chegou muito abalado ao local pedindo que “salvassem a menina dele, pois não saberia viver sem ela”. Reprodução/Instagram
O médico Bruno Felisberto Tomiello e a adolesdente Ketlhyn Vitória de Souza, morta neste sábado (03).
Após aproximadamente 40 minutos de tentativas de ressuscitação sem sucesso, Bruno fugiu, se entregando dois dias depois com a presença de seu advogado.
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