
A direção executiva do Partido Liberal (PL), em reunião realizada na quarta-feira (3), cravou o nome do senador por Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), como o candidato que disputará o governo do Estado pelo partido. Após especulações em torno do nome de Otaviano Pivetta (Republicanos) como a alternativa, o grupo encerrou a indecisão e apostará todas as fichas no parlamentar.
Conforme apurado pelo , o encontro realizado em Brasília se prolongou pela noite, até que o presidente nacional Valdemar Costa Neto bateu o martelo pelo nome do senador.
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“Chegamos ao entendimento de que é hora do PL governar Mato Grosso”, afirmou Valdemar, ressaltando que a legenda possui força política e representatividade suficientes para liderar um projeto estadual.
Segundo ele, com 22 prefeituras, 47% da população administrada, o maior número de vereadores e a maior bancada federal do estado, o PL “não pode ficar a reboque de qualquer outro projeto”.
Wellington Fagundes destacou que houve plena sintonia entre os dois. Para ele, o diálogo com a direção nacional consolidou a candidatura e garante que chegará ao pleito do ano que vem em total apoio aos demais nomes do partido.
“Esse foi o nosso ponto de encontro, a nossa convergência. Ficou claro que o meu projeto e o do presidente Valdemar é ter um candidato a governo em Mato Grosso, que sou eu. O PL tem história, força, presença em todo o estado. O PL é líder e chegará unido às eleições. Representamos tudo o que Mato Grosso pensa: somos um estado de direita, conservador, que preserva a família e a propriedade privada. E estou saindo daqui com a confirmação do presidente Valdemar”, disse Fagundes.
Pivetta está fora
Distante do que foi ventilado nos últimos meses, com a oficialização do nome de Wellington é descartado oficialmente qualquer aceno do partido a Pivetta.
“Já trabalhávamos internamente com o nome do Welligton Fagundes, tivemos apenas uma confirmação agora. Pivetta é totalmente descartado para o partido”, disse uma fonte ao .
Vice não sairá do PL
A reportagem levantou que o partido não trabalhará com “chapa pura” em torno da candidatura de Fagundes. A meta é que nomes do Novo, Podemos e outros partidos de centro-direita, sejam sondados para ocupar a vaga de vice-governadoria.

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