
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), demonstrou nesta semana que não possui nenhum interesse em revistar a concessão da Recomposição Geral Anual (RGA) referente ao período da pandemia de Covid-19, quando o reajuste foi desobrigado aos estados por meio de lei federal. A demanda tem sido cobrada pelos servidores, que apontam uma defasagem superior a 18%.
Alair Ribeiro
“Eu não vou fazer nenhum discurso fácil. Eu não vou fazer nenhum aceno para mentira. Por ora, nós não temos nenhuma intenção de revisitar esse assunto. A sociedade de Mato Grosso quer que continue assim, nós vamos continuar assim”, disparou ele, diante da promessa de pré-candidatos ao Governo.
Uma ala sustenta que o estado tem capacidade orçamentária para realizar uma aporte superior aos servidores e corrigir a defasagem. Contudo, Pivetta seguiu na mesma linha do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil).
Atualmente também há uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para que o estado reconheça esse passivo com o servidores e forneça uma calendário para pagamento. Pivetta relembrou que a última RGA foi acima da inflação, saindo de 4,26% para 5,4%, embora os servidores quisessem no mínimo 10% de correção. ”
“Esse assunto, com o advento da pandemia, houve, na época, uma lei que impedia o setor público de conceder aumento. E nós cumprimos a lei. É importante que se diga que, de lá para cá, nós concedemos todos os reajustes de acordo com a inflação, mais alguma coisa. Então, esse assunto é trazido à baila de vez em quando, em oportunidades de fazer discurso”, pregou.
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