Para Lúdio, eleição será acirrada e cheia de ‘fake news’ por parte de bolsonaristas

Imagem

O deputado estadual Lúdio Cabral relativizou avaliações de enfraquecimento do governo federal perante os brasileiros e afirmou que o cenário atual, mesmo diante de pesquisas recentes que apontam oscilação na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não altera a previsão de uma disputa acirrada em outubro. O petista também comentou o caso envolvendo o Banco Master e disse que o aprofundamento das investigações pode atingir setores da oposição.

“Independente do cenário atual, a eleição será uma eleição muito difícil, mas muito difícil e muito disputada da mesma forma que foi a eleição de 2022”, avaliou o parlamentar em entrevista esta semana.

 

Leia mais – Aliado ameniza, mas deputados avaliam declaração de Mauro como racista e prepotente

Durante a sessão de quarta-feira (25), na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), o deputado disse que a direita, especialmente a extrema direita, ainda mantém forte capacidade de mobilização nas redes sociais com “mentiras”, o que, na visão dele, dificulta o ambiente político.

“Nós temos, infelizmente, uma extrema direita que ainda trabalha com métodos que não são éticos, que é espalhar fake news, de propagar mentira pelas redes sociais, de lidar com dificuldades. De uma parcela da população ter acesso à informação correta, então assim, a eleição será uma eleição difícil, muito disputada, voto a voto”, analisou o deputado.

Ao comentar as investigações envolvendo o Banco Master, que apuram suspeitas de movimentações financeiras irregulares e possível uso do banco em esquemas de fraude ou lavagem de dinheiro, Lúdio afirmou que o aprofundamento das apurações é benéfico ao governo federal. “Na medida em que as investigações forem aprofundadas, esse caso vai revelar um envolvimento severo da extrema direita e do centrão”, declarou.

 

O deputado também defendeu que operações em andamento demonstram compromisso das instituições com a apuração dos fatos e rejeitou narrativas que tentem vincular o caso ao entorno do presidente Lula.

“A extrema direita tem um método, tem uma tática, que é o de propagar mentira criando fantasias como, por exemplo: o envolvimento de irmão do Lula, de filho do Lula. Os filhos com os quais a gente tem envolvimento com coisas erradas são os filhos do Bolsonaro, isso com base em fato, em investigação concreta dos órgãos de investigação, e não fake news propagadas por WhatsApp”, disse Cabral.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*