
Depois de tentar, em vão, “arrendar” o PRD para acomodar chapa proporcional com governistas, o Palácio Paiaguás conseguiu negociar com o Avante, que tem o recém-filiando Antonio Galvan como pré-candidato a senador.
A ideia é acomodar no Avante pré-candidatos à Assembleia que ficaram órfãos com a saída do PRD da base para apoiar Wellington Fagundes (PL) ao governo estadual.
O deputado Sebastião Rezende, vetado no Republicanos e convidado a sair do União, está sendo forçado a formar chapa no Avante junto com aqueles que não serão absorvidos pelo União Progressista.
Rezende foi o pivô da crise que motivou ao menos três reuniões nesta quarta, uma delas no Paiaguás. Queria, por tudo, entrar no Republicanos, mas deputados do partido de Pivetta, como Nininho e Diego, assim como a vereadora cuiabana Maysa Leão, que até ameaçou se desfiliar, não aceitaram-no.
Galvan foi chamado às pressas para participar da reunião no Paiaguás e abriu o Avante para acomodar aliados do governador Pivetta.

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