Oito deputados já trocaram de sigla na AL; outros 4 avaliam mudança

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A abertura da janela partidária já movimenta intensamente os bastidores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Até o momento, nove deputados estaduais oficializaram a troca de grupo de olho nas eleições de outubro, enquanto ao menos três parlamentares ainda avaliam se permanecem ou mudam de legenda. 

A janela partidária teve início em 5 de março e segue até 3 de abril, permitindo que deputados estaduais, federais e distritais mudem de partido sem risco de perda de mandato.

Veja quem já mudou de partido 
Entre os parlamentares que já aproveitaram o período para reposicionamento político estão:
• Beto Dois a Um – do PSB para o Podemos
• Chico Guarnieri – do PRD para o PSDB
• Dr. Eugênio – do PSB para o Podemos
• Elizeu Nascimento – do PL para o Novo
• Fábio Tardin – do PSB para o Podemos
• Faissal – do Cidadania para o PL
• Max Russi – do PSB para o Podemos
• Nininho – do PSD para o Republicanos

Quem ainda “ensaia” saída
Outros nomes seguem em fase de definição e podem alterar o cenário nas próximas semanas:
• Juca do Guaraná
• Thiago Silva
• Dilmar Dal Bosco
• Paulo Araújo – avalia troca do PP para o PRD

Como funciona a janela partidária
A janela partidária é um mecanismo previsto na legislação eleitoral que permite a troca de partido sem punições. Para cargos proporcionais como deputados, a regra geral é que o mandato pertence ao partido. Por isso, fora desse período, a desfiliação pode resultar na perda do cargo.

Durante a janela, no entanto, a mudança é considerada uma justa causa automática.

Além desse período, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reconhece outras situações que permitem a saída sem perda de mandato, como:

• mudança substancial no programa do partido

• discriminação política pessoal

• anuência da legenda

Contexto eleitoral
A janela ocorre sempre em ano eleitoral, sete meses antes do pleito. Em 2026, o primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro.

O mecanismo não se aplica a vereadores neste ciclo, já que eles não estão em fim de mandato.

Já cargos majoritários como presidente, governador e senador podem trocar de partido a qualquer momento, sem necessidade de justificar a desfiliação.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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