
As negociações entre o governo do Estado e o Consórcio Construtor BRT Cuiabá seguem indefinidas e só serão retomadas na próxima quarta-feira (5), após o carnaval. O principal ‘entrave’ está no escopo do serviço que o Consórcio terá que fazer para concluir a etapa da Avenida do CPA, e o valor que isso custará aos cofres públicos.
As discussões estão sendo conduzidas pelas equipes de engenharia da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) e do Consórcio. Entre os pontos já pacificados está a não aplicação da multa de R$ 54 milhões que o Estado estava planejando realizar quando anunciou a rescisão por conta dos atrasos do cronograma da obra do BRT.
O Consórcio, por sua vez, quitará todas as suas dívidas imediatamente com todos os fornecedores. Ao concluir a etapa da rescisão amigável, o documento será encaminhado para o Tribunal de Contas do Estado (TCE -MT) e Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) para darem o aval.
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