
A médica Natasha Slhessarenko (PSD), pré-candidata ao governo do Estado, lembrou as eleições de 2022, quando seu nome, de última hora, foi descartado da disputa ao Senado. Ela, à época no PSB, disse que sofreu uma “traição” e teve o “tapete puxado” pelo presidente da sigla, Max Russi (PSB).
“Eu passei nas convenções [partidárias] e fui puxada o tapete. O deputado Max Russi simplesmente se uniu ao União Brasil naquela ocasião, e o nosso projeto plano B que seria eu sair como candidata independente, sem uma cabeça de chapa para o governo, foi por água abaixo”, afirmou nesta terça-feira (16).
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Em 2022, Natasha era pré-candidata ao Senado pelo PSB, mas o partido se coligou ao União Brasil e lançou a candidatura de Wellington Fagundes (PL). Fagundes também é pré-candidato ao governo hoje.
A médica, desde então, nunca escondeu as mágoas com Russi. Em outras oportunidades, ela disse que foi “rifada pelo próprio grupo político”.
De lá pra cá, a médica trocou o PSB pelo PSD, este último liderado pelo ministro da Agropecuária, Carlos Fávaro (PSD).
Questionada sobre o receio de uma nova “traição”, Natasha alfinetou Russi e disse que a relação com Fávaro é “mais transparente”.
“Agora eu estou em outro partido, que é o PSD, do ministro Carlos Fávaro, que tem outra postura, muito mais aberta, muito mais transparente, de olho no olho”, expôs a pré-candidata, comparando Russi e Fávaro.

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