
Viralizou e causou polêmica nas redes sociais um vídeo de dois cabos da Polícia Militar, que fazem parte da banda da Corporação, com arma em mãos e cantando que O Menino de Vó Vai Deixar Vovó. A música é da cantora pernambucana Mãe Nininha de Oyá e viralizou como trilha sonora de ações policiais em todo o país.
Para internautas a canção é uma alusão à caçada feita pela Polícia Militar de Mato Grosso por Raffael Amorim de Brito , de 28 anos. Ele é apontado como suposto autor do disparo que matou o 1º sargento da Polícia Militar Odenil Alves Pedroso . O crime aconteceu na tarde de terça-feira (28), em Cuiabá.
Como informado pelo nesta segunda-feira (03), o Governo de Mato Grosso ofereceu uma recompensa de R$ 10 mil para quem oferecer informações concretas do paradeiro de Raffael. O pagamento será feito por transferência Pix.
As denúncias podem ser feitas pelo disque-denúncia da PM, pelo número 0800-065-3939 . A ligação é gratuita. “Iremos atrás porque nossa meta é localizar e pegar esse bandido, que deveria estar preso há muito tempo”, afirma o coronel Alexandre Mendes, comandante-geral da Polícia Militar. “Rafael, a nossa meta é te pegar. Iremos te pegar a qualquer momento”, completa o coronel.
Alexandre Mendes não acredita que Raffael tenha saído de Mato Grosso, já que sua família é do Estado. “A família toda é daqui de Cuiabá. As investigações estão muito bem avançadas junto com a Polícia Civil. Nós temos imagem de onde ele ficou escondido, quem deu cobertura para ele nos dias que ele conseguiu sair daqui de Cuiabá, daqui da região e estamos monitorando outros lugares pra que nós possamos localizá-lo”, disse.
Mortos em confronto
Na noite de quarta-feira (29), três suspeitos de envolvimento na morte do 1º sargento morreram em confronto com a Força Tática. Eles foram identificados pelas iniciais R.P.S.M, 31 anos, V.S.C.J, 32 anos, e D.S.B de 36 anos.
Com o trio, foram localizadas três armas de fogo. Os suspeitos também tinham diversas passagens criminais por roubo, porte ilegal de arma de fogo, sequestro e cárcere privado, receptação, dentre outros. Eles também tinham mandados de prisão em aberto.
O crime
Como já divulgado pelo , Odenil estava trabalhando na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Morada do Ouro, para complementar sua renda, no momento em que foi morto a tiros. Ele chegou a ser socorrido com vida, passou por cirurgia no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), mas não resistiu.
Odenil era lotado no 3º Batalhão da Polícia Militar em Cuiabá. Ele era natural de Rosário Oeste (104 km de Cuiabá) e ingressou na corporação em 1998.
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