
Jeanne de Almeida , de 22 anos, foi condenada Tribunal do Júri de Várzea Grande a 18 anos de prisão pela morte do marido, Deivison José da Silva, de 33 anos. A mulher ateou fogo na casa da vítima, que acabou carbonizada. O crime aconteceu em 7 de maio de 2024, no bairro Jardim Icaraí.
Conforme publicado pelo na época, Jeanne foi presa em flagrante pelo crime. Em depoimento, ela confessou e afirmou que ateou fogo em sua casa, após o seu companheiro, sob efeito de álcool e drogas, ter dito que gostava da ex-esposa.
Montagem/Reprodução
Segundo a denúncia do Ministério Público, Jeanne ateou fogo no companheiro enquanto ele dormia e trancou a porta do quarto, impedindo qualquer possibilidade de fuga.
Ao longo da sessão do Tribunal do Júri, o MP sustentou a prática de homicídio triplamente qualificado, destacando o motivo torpe, o meio cruel e o recurso que dificultou a defesa da vítima. Após horas de debates, os jurados reconheceram todas as qualificadoras apresentadas, levando à condenação de Jeanne.
O promotor de Justiça, César Novais, classificou o crime como “cruel, brutal e covarde”, ressaltando a extrema maldade da ação da ré, que impossibilitou qualquer chance de sobrevivência da vítima. A defesa tentou sua absolvição sob o argumento de que ela sofria violência doméstica e agiu por legítima defesa antecipada (inexigibilidade de conduta diversa), tese refutada pelos jurados.
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