
A vereadora por Cuiabá, Michelly Alencar, recebeu aval do presidente estadual do União Brasil, ex-governador Mauro Mendes, para deixar a agremiação nessa reta final de janela partidária, contudo, sob orientação de advogados, optou por seguir no partido por falta de segurança jurídica, conforme apurado pelo .
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Ela temia perder o mandato mesmo com a carta de liberação do diretório no estado, então, vai disputar uma vaga para estadual dentro do União Brasil. Michelly queria sair do UB por entender que não havia espaço para chegar à Assembleia Legislativa (ALMT) diante do acúmulo de candidatos e que estaria no grupo apenas para cumprir a cota de gênero.
“Teve uma orientação do advogado que não era interessante sair nesse momento por conta de uma resolução que o partido nacional teve e aí ele orientou a gente a fazer uma consulta antes porque havia o risco de, mesmo com a carta de liberação do Mauro, ela perder o mandato”, relatou Jefferson Neves, marido de Michelly.
A percepção é que com saída do deputado Eduardo Botelho para o MDB, o cenário se clareia e abre margem para Michelly conquistar uma vaga, ainda que dispute internamente com nomes peso e com mandato – deputados Sebastião Rezende, Dilmar Dal Bosco, Júlio Campos – , além de Paulo Araújo (PP), de partido federado. “A chapa não ficou muito ruim não, ficou uma chapa competitiva até para nós”, emendou ele.
Esse cenário ainda se soma a outros nomes de peso, como o do ex-secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo; a presidente do Conselho Estadual de Enfermagem, Debora Santiago; e forças do interior do estado. Ainda há costuras internas que podem ocorrer e potecializar o projeto até as convenções com um refino dos candidatos.

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