Mesmo sob decisão, eleição da FMF pode ser mantida

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Mesmo sob decisão judicial, a comissão eleitoral pode decidir por seguir com o processo de votação que definirá a nova diretoria da Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) pelos próximos quatro anos. Com o seguimento da escolha, a chapa “Federação Para Todos” decidiu por se retirar da eleição.

“Eles estão tentando realizar uma nova eleição. Destituíram a comissão instalada que é o Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CBMA), instituíram uma nova comissão em assembleia interna aqui. Nós não reconhecemos essa eleição. O processo se encontra judicializado, com ordem judicial que eles estão tentando por ato administrativo sobrepor. Nós queremos uma nova eleição”, afirmou o advogado Eduardo Costa e Silva à imprensa.

 

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A chapa não reconhece a validade das eleições que podem acontecer ainda na tarde deste sábado na sede da federação devido a judicialização do processo. Ainda na portaria, o advogado anunciou a retirada do grupo da votação juntamente com as agremiações que apoiam a “Federação Para Todos”.

“Não tem validade nenhuma o que está sendo feito hoje. Nós já ingressamos com várias medidas. Infelizmente isso pode desdobrar em situações, e agravar para outras piores, porque ordem judicial se cumpre, é uma coisa que tem que se respeitar e cumprir. Se não concordar, existe o recurso para tal, mas o descumprimento de uma ordem judicial é muito sério”, enfatizou o advogado.

 

Uma nova votação estava prevista para ocorrer no dia 10 de maio, mas devido a questões logísticas, a federação tenta conduzir o pleito ainda na tarde deste sábado. 

Suspensão da votação
Por volta das 8h50, uma oficial de justiça chegou na sede da Federação Mato-Grossense de Futebol (FMF) com uma liminar para suspender a eleição da presidência que ocorreria às 9h.

Na decisão, a suspensão atende ao pedido da Federação Para Todos, encabeçada pelo empresário João Dorileo Leal, que apontou irregularidades no processo.

Segundo a contestação, a medida busca garantir transparência e correção no processo eleitoral da FMF. Isso porque, na noite anterior à eleição, uma decisão judicial surpreendeu ao impedir o clube Campo Novo do Parecis de votar. Esse clube havia declarado apoio à chapa da Dorileo. Ao mesmo tempo, havia a suspeita de que o clube Juara, que não teria direito legal ao voto, fosse incluído na votação, favorecendo a chapa da situação.

 

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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