
O governador Mauro Mendes (União Brasil) sinalizou que toparia um debate com o senador Wellington Fagundes (PL) sobre os riscos de concessão da Recomposição Geral Anual (RGA) ao servidores do Estado, referente a anos anteriores, que haviam sido congelados durante a pandemia de Covid-19, por lei federal. Mauro prega que uma atitude errada pode quebrar o estado, enquanto Fagundes alega que se trata de “terrorismo”. Assessoria
A posição do senador foi rechaçada por Mauro, que mesmo sem poder disputar um terceiro mandato consecutivo ao Governo de Mato Grosso, frisou que sua posição é baseada em dados e não em discursos para convencimento do eleitor. Assim, questionou: “Debate é terrorismo?”.
“Eu topo um debate com qualquer um, não tem problema. Agora com dados concretos, não com frases de efeito, com lacração. Porque esse é o caminho da perdição e pra quebrar Mato Grosso”, emendou ele, endereçando o convite a Wellington, que surge como um pré-candidato à sucessão ao Governo.
O projeto do senador vai de encontro ao do atual vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), que conta com apoio irrestrito de Mauro. Assim, eles intensificaram as trocas de farpas, mesmo tendo pertencido ao mesmo grupo político nas eleições de 2022, com Wellingto e Mauro à reeleição, no Senado e Governo, respectivamente.
O tensionamento está exposto, ainda mais diante das tentativas frustadas de Pivetta em angariar o apoio do PL a nível nacional, situação que foi encarada como uma tentativa de abafar o nome de Wellington, que segue como pré-candidato. Além da dupla, a corrida eleitoral ainda conta com o senador Jayme Campos (União Brasil), ainda que sem apoio total do partido e da médica Natasha Slhessarenko (PSD), pela centro-esquerda, apostando ainda no apoio do “lulopetismo” em um estado majoritariamente mais à direita.
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