Mauro detona políticos oportunistas e quer rigor para crimes ambientais

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O governador Mauro Mendes (União Brasil) usou as redes sociais  para detonar o que classifica de políticos oportunistas, que usam da maladragem para mentir para a população, frente à manifestação do Governo do Estado, de apoiar o confisco de terras de desmatamento e queimadas ilegais, no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 743, do PSOL, que cobrou do Governo Federal e governadores a adoção de medidas mais duras contra queimadas no Pantanal e na Amazônia.

Rodinei Crescêncio

A situação gerou uma onda de críticas para o governador, tanto da população, quanto de políticos. Para ele, há um desvirtuamento do que diz no documento: “Tem circulado algumas informações sensacionalistas e algumas até mentirosas de que eu teria pedido ao STF que tomasse áreas e terras que fizeram desmatamento ilegal e que, agora, os produtores que têm alguma pendência, eles perderiam tudo da noite para o dia. Isso é uma grande mentira. Vamos parar com mentira”, disse nas redes sociais. Veja Abaixo

O governador pontuou que defende o confisco de terras somente para o demastamento ilegal, contudo, a arguição se estende também para as queimadas ilegais. Outro ponto de revolta do chefe do Executivo estadual, são as narrativas que foram levantadas de que haveria confisco de terras para que possuir pendências. A versão foi levantada pela deputada estadual Janaina Riva (MDB), de que a situação poderia abrir um cenário sem precedentes, afetando principalmente os pequenos e micro produtores mato-grossense.

“Esse assunto não tem nada a ver com CAR, com limpeza diária, abertura de estrada e, principalmente, com queimada. Nós falamos de desmatamento ilegal […] Eles tentam, de todas as formas, evitar que as queimadas ocorram. Por isso que não colocamos isso no nosso documento. Esses políticos usam de malandragem para confundir, para enganar e para tentar ganhar uns votinhos. Aliás, políticos malandros e desonestos, infelizmente, é o que tem por aí. Aqui, em Mato Grosso, nós sabemos nome e sobrenome de alguns que roubaram, confessaram, delataram e, no final, nada aconteceu”, disparou.

Para ele, os produtores que seguem a legislação à risca, não podem ser penalizados por conta de uma pequena maioria de irresponsáveis. Ele reforçou a necessidade do rigor. A arguição segue sob a relatoria do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino.

“Aqui no estado de Mato Grosso, nós temos menos de 2% de proprietários de terra que praticam esse tipo de crime. Porém, mais de 98% pagam essa conta e são prejudicados. Esse crime, ele prejudica o meio ambiente, a imagem do estado de Mato Grosso, prejudica o agronegócio e prejudica a grande maioria das pessoas que estão trabalhando de forma séria e correta”, concluiu o gestor.

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Link da Matéria – via RD News

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