
Assessoria
O primeiro vice-presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo, o Maninho, assumiu oficialmente a presidência da instituição nesta quarta-feira (1º), após a renúncia de Leonardo Bortolin (MDB), que deixou o cargo para disputar uma vaga de deputado estadual. A solenidade de posse reuniu autoridades dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário.
Em seu discurso, Maninho, ex-prefeito de Colíder, afirmou que dará continuidade ao trabalho da entidade, com foco na unidade entre os municípios, na expansão das ações institucionais e na ampliação do apoio técnico às gestões locais.
“Assumo essa responsabilidade com total dedicação para avançarmos na defesa do municipalismo. Temos pautas importantes neste ano, como a Reforma Tributária, que certamente trará impactos nas finanças dos municípios”, declarou.
O novo presidente também destacou a gestão de Bortolin, ressaltando o legado de fortalecimento da associação ao longo dos últimos 27 meses. Ao se despedir, Bortolin apresentou um balanço das ações desenvolvidas, enfatizando a filiação de 100% dos municípios à AMM, a interiorização das atividades e o fortalecimento da área técnica, com aumento significativo na elaboração de projetos.
“Entregamos uma AMM ainda mais forte, consolidada como uma das principais instituições municipalistas do país, com protagonismo nas grandes pautas e maior participação dos prefeitos nos debates nacionais”, afirmou.
O deputado estadual Júlio Campos relembrou que, ainda como governador, em 1983, doou o terreno para a construção da sede da entidade, e destacou a evolução da AMM ao longo das décadas. “Vi a AMM nascer e hoje a vejo transformada, com a participação ativa de todos os municípios do estado”, disse.
Representando o governador Otaviano Pivetta, o terceiro vice-presidente da AMM e ex-prefeito de Itanhangá, Edu Pascoski, reforçou o compromisso do governo com as prefeituras. “A parceria com os municípios terá continuidade para garantir novas ações e avanços”, afirmou.
O desembargador Marcos Machado solicitou apoio da nova gestão para ampliar o cadastro biométrico nos municípios, destacando a importância da iniciativa para a modernização e segurança dos registros eleitorais.
Já o senador Jayme Campos apontou como desafio do municipalismo a construção de um novo pacto federativo, com distribuição mais justa de recursos, e alertou para os possíveis impactos da reforma tributária nas receitas municipais.
A cerimônia também contou com a presença de deputados, secretários de Estado e representantes do Ministério Público de Contas (MPC) e do Tribunal de Contas.
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