
Suellen de Alencastro Arruda, de 40 anos, mãe da adolescente Heloysa Maria de Alencastro Souza, sequestrada e morta da noite dessa terça-feira (22), em Cuiabá, também foi espancada durante o crime. Ela procurou a delegacia nesta quarta (23) para pedir justiça por sua filha. Segundo informações, Suellen chegou a ser levada ao Hospital Municipal de Cuiabá, com ferimentos.
Reprodução
Heloysa foi sequestrada após um suposto assalto em sua casa, no bairro Morada do Ouro, na Capital. Durante a investigação na casa da vítima, os policiais notaram que os suspeitos tentaram simular um assalto, levaram televisão, roupas e celulares. Suellen foi agredida nesse momento. Eles também levaram um carro e a adolescente como refém. A garota então desapareceu.
Na delegacia, a mãe da vítima chegou com o rosto desfigurado, chorando a perda da filha. A mulher contou ainda que após a agressão, seu namorado, Benedito Anunciação de Santana, de 40 anos, a levou ao hospital. Benedito acompanhou a mãe da vítima até o HMC e lá foi preso por suspeita de participação no homicídio.
Benedito era servidor da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) e foi exonerado nesta manhã, conforme confirmado pelo Governo.
O caso
Heloysa foi sequestrada na noite dessa terça-feira (22), enquanto estava em casa, no bairro Morada do Ouro, em Cuiabá. Ela foi encontrada morta durante a madrugada desta quarta (23), em um poço, na região da Avenida Dubai, no bairro Ribeirão do Lipa.
Um adolescente de 17 anos foi apreendido, e outro de 18 anos foi preso nesta madrugada de quarta-feira (23), suspeitos do crime. O corpo da vítima foi localizado e os policias receberam denúncia de que os envolvidos estariam na região do Riberão do Lipa. Uma equipe do Batalhão de Operações Policiais (Bope) foi até o local e, quando entraram na casa, os dois suspeitos tentaram fugir pelo telhado, mas o menor foi apreendido.
Ainda em diligências, o rapaz de 18 anos foi detido tentado se esconder na casa da sua avó. Ele indicou onde o HB20 roubado do crime estava. Os suspeitos afirmaram que a morte da menor teria motivação passional.
Durante as buscas, os policiais viram o trajeto do carro por meio das câmeras do programa Vigia Mais MT e localizaram duas placas do veículo, que haviam sido jogadas no mato. Em buscas na região, o corpo da adolescente foi encontrado. Heloysa já estava morta, com pés e mãos amarrados.
O caso segue em investigação.
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