Legista diz que Gene Hackman ou a mulher pode ter morrido de ‘síndrome do coração partido’

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A morte do ator Gene Hackman, de 95 anos, e de sua mulher, Betsy Arakawa, de 64 anos, ainda é um mistério. O casal foi encontrado sem vida em cômodos separados da casa que dividiam em Santa Fé, Novo México (EUA), no dia 26 de fevereiro. No entanto, acredita-se que tenham morrido dias ou até semanas antes.

 

Em meio às teorias que surgiram sobre o assunto, está a possibilidade de um dos dois ter morrido vítima da “síndrome do coração partido”. A hipótese foi levantada pelo legista-chefe James Gill, que não está envolvido na investigação sobre a morte do casal.

 

Em entrevista à revista People, o patologista, que trabalha para o Instituto Médico-Legal de Connecticut, afirmou que duas mortes naturais quase ao mesmo tempo indicam que uma delas pode ter sido resultado desta disfunção cardíaca.

 

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“De repente, encontrar seu ente querido morto no chão pode aumentar a sua adrenalina e estimular o seu coração a bater mais rápido, e isso pode colocar seu coração em um ritmo irregular”, explicou Gill.

O legista observou que as pessoas podem “ficar totalmente apáticas” e até mesmo tomar decisões precipitadas em relação à sua própria segurança após um incidente tão traumático.

 

No entanto, ele reforçou que a autópsia e o teste toxicológico são necessários para fazer essa determinação. “Caso contrário, é especulação neste momento”, afirmou.

O corpo de Gene Hackman foi encontrado perto da cozinha, com seus óculos jogados para longe, o que levou as autoridades a acreditarem que ele pode ter caído.

 

Já Betsy Arakawa estava caída no chão do banheiro em estado de decomposição, com “inchaço no rosto e mumificação nas mãos e pés”, além de ter remédios prescritos espalhados.

 

Segundo a Jefferson Health, a “síndrome do coração partido”, também chamada de cardiomiopatia induzida por estresse ou síndrome de Takotsubo, geralmente ocorre após um evento emocional ou fisicamente traumático, incluindo a perda de um ente querido.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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