
O prefeito de Várzea Grande e candidato à reeleição, Kalil Baracat (MDB), rejeitou a pecha de ser o “gerente dos Campos” e garantiu estar a serviço da população varzea-grandense. Sua opositora, Flávia Moretti (PL), sustenta que o emedebista não age como prefeito, mas sim, como “empregado” do senador Jayme Campos e do deputado Júlio Campos, ambos do União Brasil, principais lideranças políticas do município.
No entanto, Kalil ressaltou que a sua relação com os Campos é pautada pela reciprocidade e respeito às competências que cada um possui. “A oposição alega que eu sou gerente dos Campos. Não é isso. A Família Campos me apoia, acreditou em mim, eu apoiei eles lá em 2016 e fui apoiado por eles em 2020”, disse no Rdtv Cast.
Rodinei Crescêncio
Quanto às críticas, o emedebista frisou que são naturais. No entanto, discorda do fato de tentarem manchar sua atuação à frente do município, colocando-o como um mero “figurante”. Neste sentido, destacou que foi eleito pelo povo com a missão de gerenciar a cidade: “Isso não me diminui nada, pelo contrário”.
“[Recebo isso] de forma muito tranquila, eu fui eleito em 2020 com 50.918 votos. Estou governando para mais de 300 mil pessoas. O que é ser prefeito da cidade? Nada mais é do que ser o gestor da cidade. Ele está ali para aplicar corretamente os recursos, buscar as parcerias necessárias, as parcerias com os órgãos, tanto com o governo de estado quanto o estado da federação, e buscar melhoria para o seu município. Então eu fui eleito para gerenciar”, ponderou.
Kalil tem o apoio do governador Mauro Mendes (União Brasil), deputados estaduais e federais, compondo um arco de aliança com 10 partidos. Seus adversário são, Flávia Moretti, que tem apoio do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL); Leliane Borges (PT), que tem apoio da Federação Brasil Esperança e de Lula (PT); e Milton Dantas, o Miltão (Psol).
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