
O empresário Vinícius de Moraes Sousa, 29, suspeito de atuar em esquema de fraude milionária no Grupo Bom Futuro , teve prisão preventiva decretada pela Justiça na quinta-feira (13). Enquanto isso, o funcionário da empresa preso em Cuiabá, Wellington Gomes Dantas, 28, aguarda audiência de custódia.
A dupla foi presa em flagrante na manhã de quinta, após investigações apontarem o envolvimento dos suspeitos em pedidos de pagamento e notas fiscais falsas, que somadas podem chegar a R$ 10 milhões desviados nos últimos 3 anos.
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As investigações começaram após a equipe da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá receber informações de que um funcionário do grupo, lotado no setor de transportes, utilizava seu acesso ao sistema interno para gerar e aprovar ordens de pagamento referentes a fretes falsos, emitidos em nome da empresa de transportes.
Para praticar a fraude, o funcionário simulava serviços, supostamente realizados pela empresa contratada, porém que na realidade foram executados por caminhões próprios do grupo empresarial, gerando fretes que nunca existiram.
Wellington Gomes Dantas, o funcionário da empresa, foi localizado em Cuiabá, com documentos e agendas relacionados com as fraudes. Após sua prisão, o comparsa de Dantas, Vinícius de Moraes Sousa, foi localizado pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) em Barra do Garças (509 km a Leste de Cuiabá). Ambos foram autuados em flagrante.

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