
O vice-presidente de Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Júlio Campos (União), criticou a judicialização do pagamento das “emendas de bancadas” aprovadas pela Casa sobre o orçamento do estado, por parte do governador Mauro Mendes (União). Júlio diz que o valor que custaria ao governo seria “irrisório” e que o governador “pisou na bola”, ao se negar a pagar.
“Lamentavelmente, o governador Mauro Mendes, mais uma vez, pisou na bola. Até porque o custo é tão pequeno. Sabe o quanto significa 24 deputados a R$ 2,5 milhões da emenda de bancada? O que dá isso? R$ 80 milhões da emenda, que nós tínhamos compromisso. Nós já tínhamos feito uma série de compromissos. Com essa emenda de bancada, nós íamos destinar recursos. Eu não vou poder cumprir porque essa emenda caiu. Então, todos nós estamos magoados, um pouco magoados, mas faz parte do jogo da política, né? É um assunto da política interna do governo”, disse o decano.
Como mostrou o , a decisão liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, suspendeu a execução obrigatória de emendas de bancada e de bloco parlamentar. A decisão foi proferida na segunda-feira (3).

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