Júlio cita defasagem, mas diz que RGA acumulado deve ficar para próximo governo

Imagem

O deputado estadual Júlio Campos (União) afirmou que a concessão do Reajuste Geral Anual (RGA) acumulado, cobrado há anos pelos servidores públicos de Mato Grosso, só deve ser tratada apenas por um novo governo. A declaração ocorre em meio à pressão crescente de sindicatos e federações, que apontam defasagem salarial superior a 18% após três anos sem recomposição durante a pandemia.

 

Segundo Júlio, estudos apresentados por entidades representativas dos servidores confirmam o acúmulo da defasagem, já que, entre 2020 e 2022, uma legislação federal impediu estados de conceder aumentos. Por outro lado, a posição contraria a expectativa das categorias, que há anos reivindicam a regularização do RGA como direito constitucional. Sindicatos argumentam que o pagamento parcelado, ou mesmo o reconhecimento formal da dívida, é fundamental para restaurar perdas salariais e reduzir o impacto acumulado.

 

“Realmente os sindicatos, as federações dos servidores públicos fizeram um estudo e comprovaram que, como não foi dado o reajuste legal — na época, uma lei federal impediu os estados de darem reajuste durante a pandemia, hoje chegaria cerca de 18% a 20% de defasagem”, afirmou.

 

 

 

 

Link da Matéria – via Gazeta Digital

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*