
A deputada estadual Janaina Riva (MDB) garante que nem mesmo a possibilidade de fusão entre MDB e PSDB pode frustrar seus planos de construir sua candidatura ao Senado. A parlamentar ressalta que, internamente, não há nenhum empecilho e que, se necessário, dependendo da composição de alianças e falta de espaço em chapas, não teria problemas em encarar uma disputa avulsa ao Senado federal.
“A gente precisa trabalhar o nosso partido pensando nisso dentro do MDB. Sem receio de composição de chapa. Se vai vetar aqui ou vai vetar lá, a gente vai, lógico, trabalhar para tentar estar numa chapa boa e competitiva. Mas, também entendemos, através das pesquisas internas do MDB, de qualitativa e quantitativa, que uma candidatura avulsa também não é ruim”, afirma Janaina à imprensa, ao comentar eventual possibilidade de ter o nome vetado nas composições, assim como aconteceu quando se desenhava a formatação da Mesa Diretora, empossada nesta semana. Nos bastidores, o Paiaguás teria agido contra onome dela e, por isso, o MDB acabou escalando Doutor João para a primeira-secretaria. Gilberto Leite
Deputada estadual Janaina Riva se articula para para construir sua candidatura ao Senado
Ainda sobre a construção de seu projeto ao Senado, Janaina ressalta que não pensa em deixar o MDB por entender que o partido lhe dá a garantia e estabilidade para disputar a majoritária no ano que vem. A parlamentar ressalta que tem tratado do tema diretamente como presidente nacional da legenda Baleia Rossi, que é um defensor de sua pré-candidatura.
“O Baleia quer que eu saia candidata a senadora. Algumas vezes, eu cheguei a conversar com ele sobre a possibilidade de ser federal e ele descarta essa possibilidade. Então, eu estou num partido que eu entendo que isso (veto) não vai acontecer”, ressalta.
Para Janaina, uma eventual fusão entre o MDB e o PSDB, que está em avançada negociação em nível nacional, não deve trazer empecilhos também para o seu projeto porque, segundo Janaina, ela mantém uma boa relação com o presidente estadual Carlos Avalone (PSDB). O partido tucano deve “desaparecer” em março. Ainda não está definido, no entanto se a fusão será com o MDB ou com o PSD, que também corteja a legenda.

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