Investigado em esquema de Silval Barbosa é alvo de ação sobre fraude em licitações

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Investigação do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), grupo operacional permanente formado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e Polícia Judiciária Civil, identificou uma organização criminosa composta por 4 empresas de um mesmo núcleo familiar, que eram utilizadas para saquear os cofres públicos em várias prefeituras e câmaras de vereadores do estado. Na manhã desta quinta-feira (7), a Operação Gomorra foi deflagrada e cumpridos 6 mandados de prisão e 11 de busca e apreensão contra envolvidos em fraudes de licitações no município de Barão de Melgaço (113 km ao sul de Cuiabá). Um dos alvos foi alvo da Operação Sodoma, que apurava propina e fraude em licitação na gestão do ex-governador Silval Barbosa. 

 

Conforme demostrado até o momento pelas investigações, as empresas já firmaram contratos com mais de 100 prefeituras municipais. O esquema foi identificado após a análise dos processos licitatórios que foram homologados pela prefeitura de Barão de Melgaço junto à empresa Centro América Frotas, de 2020 até os dias atuais.

 

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Foi apurado pela polícia que outras empresas participantes dos certames públicos tinham como sócios, pessoas ligadas ao proprietário da Centro América Frotas, e algumas delas não possuíam atividade empresarial em funcionamento.

 

A investigação também revelou que o sócio oculto das empresas investigadas, Edézio Correa, já havia sido denunciado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso na Operação Sodoma, que apurou esquema de pagamento de propina da gestão do ex-governador Silval Barbosa.

 

Segundo o Naco, a análise dos contratos também demonstrou diferenças exorbitantes de valores em contratações semelhantes. Em um dos casos, houve um aumento de mais de R$ 9 milhões em contratações realizadas nos anos de 2021 e 2022.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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