Governo aumenta aporte e investirá R$ 125 mi no combate a incêndios florestais em MT

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O governador Mauro Mendes (União Brasil) afirmou, nesta quinta-feira (27), que o Estado investirá R$ 125 milhões para as ações de combate aos desmatamentos e incêndios florestais que venham a acontecer durante este ano. O valor é, aproximadamente, R$ 55 milhões a mais do que em anos anteriores. 

“Estamos, neste momento, fazendo uma ampliação para que a gente possa [aplicar] com investimentos que vão desde equipamentos, novas tecnologias – mas tem muito investimento – e custeio: é combustível, locação de aeronave, de veículos, caminhões-pipas, tratores, aeronaves para trabalhar em áreas com difícil acesso”, disse Mauro, durante o lançamento do Plano de Ação de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais para o ano de 2025.

Kethlyn Moraes/Rdnews

Conforme dados do MapBiomas, Mato Grosso foi o segundo estado do país que mais teve incêndios florestais no ano de 2024, totalizando 6,8 milhões de hectares. Segundo o governador, o plano de ação mostra cada caso e onde serão aplicados os investimentos. Segundo ele, o plano incluirá as áreas de proteção de animais silvestres, que são afetados em casos de queimadas.

Impacto à população e à economia

Mauro citou ainda o quanto a população sofre com os incêndios florestais, em especial os de origem criminosa, além de citar que tais ações prejudicam também a economia do estado. 

“Muitos deles [mato-grossenses] são vítimas, principalmente no caso dos incêndios, e alguns começam de forma criminosa e nós estamos cada vez mais aprimorando as nossas técnicas, tecnologias e formas de responsabilizar a autuação para fazer com que haja um desincentivo à prática desses dois crimes que são muito prejudiciais ao meio ambiente, mas, acima de tudo, à vida e à economia do Estado do Mato Grosso”, disse Mauro.

Questionado sobre a aplicação de multas milionárias e o suposto “perdão” do pagamento das mesmas, por meio da Justiça, o governador negou que as penalidades sejam “salgadas” e afirmou que elas não são “perdoadas” e sim, que possuem critérios estabelecidos por lei.

“Nós, aqui, cumprimos o que está na legislação. Não é o fiscal que acha, imagina ou a autuação é feita da cabeça de alguém. Existem parâmetros técnicos para aplicar a multa. Segundo, para também rever algum auto de infração, existem parâmetros na lei. A lei brasileira estabelece que pode ter até 60% de redução. E nós fomos obrigados a cumprir a lei brasileira”, explicou. 

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Link da Matéria – via RD News

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