Governador pede bom senso da AL após atrito para “batizar” Hospital Central

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O governador Mauro Mendes (União Brasil) pediu bom senso e diálogo entres os deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT)  para a escolha do nome do Hospital Central, que será entregue até o final deste ano, em Cuiabá. A obra ficou parada por 30 anos e foi retomada pela atual gestão.

Acontece que prestes à ser entregue, deputados trocam farpas quanto ao nome a ser dado. Uma ala defende que que seja alguém da área da saúde, já a ala evangélica, quer homenagear o falecido e ex-presidente da Assembleia de Deus, Sebastião Rodrigues de Souza, que morreu em 2020, durante a pademia de Covid-19 .

JL Siqueira

Mauro Mendes reconheceu que a legitimidade de escolho cabe ao Legislativo. Contudo, espera que obra seja batizada com o nome pessoas que prestaram serviços à sociedade, de preferência, na saúde: “O nome, não tem problema. Acho que a Assembleia tem legitimidade para fazer esse debate”, disse.

“Dar nome para bens públicos é uma das atribuiçõs deles, agora, seria de bom termo ter um diálogo para homenagear alguém da saúde, que tenha contribuição na saúde, alguém que tenha grande contruibuição para a sociedade, porque vai ser o maior hospital de Mato Grosso”, emendou.

O deputado estadual Thiago Silva (MDB)  propôs a homenagem ao pastor, mas matéria saiu de pauta  após Wilson Santos (PSD)  pedir vista e defender que o Hospital recebesse outro nome, do ex-deputado, ex-senador e ex-secretário de Saúde, Luiz Soares . Além disso, existe uma ala que defende o nome de enfermeira Amélia Curvo de Campos,  em homenagem a ex-primeira-dama de  Várzea Grande, matriarca da Família Campos, mãe do deputado estadual Júlio Campos e do senador Jayme Campos, ambos do União Brasil. Neste cenário, o emedebista sinalizou que poderia convocar pastores para fazer pressão na próxima sessão da ALMT.

Em resposta, Wilson Santos sugeriu  que o Grande Templo, sede da Assembleia de Deus em Mato Grosso, seja batizada com a devida homenagem ao pastor, ou seja, cada uma ficaria no seu “quadrado”. Como se trata da igreja,  essa proposta  não precisa passar pela aprovação da ALMT. Enquanto isso, segue a indefinição sobre o futuro nome do Hospital Central.

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Link da Matéria – via RD News

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