
A deputada federal Gisela Simona, que ocupa a vaga de Fabio Garcia, atual chefe da Casa Civil de Mato Grosso, na Câmara dos Deputados, afirmou que só abrirá espaço para a suplente após seu colega de bancada, o deputado federal Coronel Assis, cumprir o acordo de rodízio do União Brasil também ceder a vaga ao suplente. O parlamentar chegou a ser cobrado publicamente pelo governador Mauro Mendes , presidente estadual do partido.
Caso Coronel Assis se licencie, a vaga deve ser ocupada pelo suplente Antônio Bosaipo. Com isso, Gisela Simona garante que sai para ceder espaço para a empresária Marchiane Fritzen.
Gabriel Rodrigues
“Eu vou aguardar o rodízio. O Fabio abriu para eu entrar. Agora, o Assis precisa abrir para o Bosaipo, e quando ele abrir, eu saio para a Marchiane poder entrar também”, disse Gisela Simona à imprensa, nesta segunda-feira (09).
Questionado sobre o assunto, Mauro Mendes cobrou o cumprimento do acordo por parte do Coronel Assis. Na ocasião, o governador lembrou que os deputados federais do União Brasil foram eleitos graças aos votos dos suplentes.
No entanto, Gisela Simona rejeitou a possibilidade de se licenciar antes do Coronel Assis. Para a parlamentar, o acordo precisa ser cumprido à risca.
“Provavelmente não, porque nós temos que obedecer à ordem do rodízio”, completou.
A bancada do União Brasil na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) também enfrenta impasse por conta do rodizio . O deputado estadual Eduardo Botelho se licenciou para beneficiar o terceiro suplente Baiano Filho, mas Xuxu Dal Molin, segundo na lista da suplência, se recusa a ceder vaga ao correligionário. Já Gilberto Figueiredo, primeiro suplente da legenda, permanece no comando da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT

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