Flávia Moretti estima que concessão do DAE-VG pode demorar 2 anos

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), estima que a concessão do Departamento de Água e Esgoto (DAE-VG), pode durar até 2 anos, no melhor dos cenários projetados, ou seja, se não ocorrer nenhum empecilho. Essa uma de suas promessas de campanha e a proposta para repassar   à iniciativa privada deve chegar na Câmara Municipal no mês de fevereiro deste ano.

Prefeitura de VG

Em conversa com a imprensa, Flávia pontuou que diante de suas análises iniciais e exemplos em outros casos, a concessão não pode e não será implementada em um estalar de dedos, sendo necessário vários estudos técnicos. Ela reforçou o compromisso quanto à demanda.

“Eu vou planejar e está planejado dessa forma, cada passo para chegar à concessão. Se você me perguntar qual tempo de concessão, normalmente pelos estudos que eu fiz, pelos análises que eu fiz, em dois anos a gente consegue entregar para uma empresa. Se tudo ocorrer bem, se nenhum entrave no meio do caminho. Então, em torno de dois anos”, comentou.

Ela pediu que os vereadores também estejam atentos à demanda popular para o aprimoramento do serviço essencial da cidade. Aliás, o atual presidente da Câmara, vereador Wanderley Cerqueira (MDB), sinalizou resistência à proposta de Flávia, por temor de uma alta no valor da fatura.

“Espero contar com cada vereador, que é a vontade do nosso povo, e necessidade da nossa cidade. Sem dúvida nenhuma a concessão é uma promessa nossa de campanha, da qual nós não vamos fugir de fazer isso acontecer. E como fazer? É todo o trâmite, audiências públicas, legislações, é técnico, inclusive nós vamos ouvir diagnóstico patrimonial e financeiro, para ninguém sair daqui dando um tiro no pé”, emendou.

O abastecimento de água é um dos principais gargalos da cidade. Embora esteja localizada às margens do Rio Cuiabá, Várzea Grande, tem dificuldades de fazer a água chegar nas torneiras. Segundo lideranças partidárias e representantes do DAE-VG, o problema não está na captação, mas sim, nos problemas na rede de abastecimento – canos velhos e furados , que aumentam o desperdício.

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Link da Matéria – via RD News

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